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Les proverbes

Comenius Action 1: A la découverte du patrimoine naturel et culturel de notre région

Azeite

A verdade como o azeite vêm sempre ao de cima.

Águas de São João, tiram vinho, azeite e não dão pão.

Azeite de cima, mel do fundo, vinho do meio.

Azeite de oliva todo o mal tira.

Azeite no chão, sinal de paixão.

Azeite, vinho e amigo, o mais antigo.

Chorar por um olho azeite e por outro vinagre.

Com o tempo descobre-se a verdade; tal como o azeite vem sempre à tona.

O azeite e a verdade vêm sempre ao de cima.

Molho fervido, azeite perdido.

Quem azeite colhe antes de Janeiro, azeite deixa no madeiro.

Quem azeite mede, as mãos unta.

Quem colhe antes do Natal, deixa o azeite no Olival.

Mel

A abelha, perto do monte, com fonte e casa abrigada,  produz mel e cera dobrada.

As moscas apanham-se com mel  e não com fel.

Boca de mel, coração de fel.

Cara de mel, coração de fel.

Da mesma flor a abelha tira o mel e a vespa o fel.

Dos que não comem mel, livre Deus minha colmeia.

Falas de mel, coração de fel.

Mais moscas se apanham com mel do que com fel.

Mel novo, vinho velho.

O mel bailando se quer.

O que para uns é mel, para outros é fel.

Quando chove em Agosto, chove mel e mosto.

Quem lida com mel, sempre lambe os dedos.

 

Vinho

O vinho e o amigo, do mais antigo.

O vinho que vai para vinagre, não retrocede o caminho.

Pão de hoje, carne de ontem e vinho do outro verão fazem o homem são.

Pão e vinho andam caminho que não moço ardido.

Pão e vinho, um ano meu, outro do meu vizinho.

Pão que sobre, carne que baste, vinho que falte.

Pelo São Martinho, abatoca o teu vinho.

Pelo São Martinho, nem favas, nem vinho.

Pelo São Martinho, todo o mosto é bom vinho.

Poda na rama, vinho na cama.

Pelo São Lourenço, fui à vinha enchi o lenço ... pela Santa Maria, não comi mais porque não podia.

Poda tardio, semeia temporâo, terás vinho e pão.

Por cima de melão, vinho de tostão.

Por cima de pêras, vinho bebas.

Porco fresco e vinho novo,  cristão morto.

Quando o vinho desce, as palavras sobem.

Quanto mais o vinho sobe, mais as palavras saem.

Queijo do Alentejo, vinho de Lamego.

Quem ceia vinho, almoça água.

Quem compra pão de praça e vinho de taverna, filhos alheios governa.

Quem poda tardio e semeia temporão, tem vinho e pão.

Quem tiver bom vinho, não o dê ao seu vizinho.

Se queres o velho menino, em cima do doce dá-lhe vinho.

Semeia trigo em barral e não ponhas vinho em carrascal.

Sobre pêras, vinho bebas.

Solas e vinho, andam caminho.

Tonel mal lavado, vinho estragado.

Vasilha de pinho não faz bom vinho.

Vento de Março e chuva de Abril, vinho a florir.

Vinha que rebenta em Abril, dá pouco vinho para o barril.

Vinho de Airó, bebe-o tu só.

Vinho e linho, só são frios um bocadinho.

Vinho e medo, descobrem segredo.

Vinho e mouro, não é tesouro.

Vinho pela cor, pão pelo sabor.

Vinho que nasce em Maio, é para o gaio; se nasce em Abril, vai para o funil; se nasce em Março, fica no regaço.

Vinho sobre melancia, dá pneumonia.

Vinho turvo e pão quente, são inimigos da gente.

Vinho verde em Janeiro, é mortalha no telheiro.

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